Clique nas opções abaixo:
O exame de
material fetal de perdas gestacionais com técnica de Citogenética
Clássica é complexo porque são necessárias células
vivas, em processo ativo de divisão de celular (mitose). Os
tecidos enviados ao laboratório devem ser preservado em soro fisiológico
ou meio de cultura estéril. Mesmo com todos os
cuidados, cerca de 30% das tentativas de se determinar o cariótipo
fetal não obtém sucesso com a Citogenética Clássica .
NOVIDADE: O GENE
introduziu no Brasil, a Citogenética Molecular
em 1997, para situações nas quais os tecidos fetais
são contaminados no momento da curetagem, estão macerados ou são colocados,
inadvertidamente, em álcool ou formol.
A Citogenética
Molecular estuda cromossomos selecionados, em DNA extraído
dos tecidos fetais, utilizando a técnica PCR (Reação em Cadeia
da Polimerase) em Sequenciadores Automáticos de DNA, para
definir o sexo fetal e também diagnosticar monossomia X (síndrome
de Turner), presença de triploidia ou de trissomia dos
cromossomos 13,16, 18 ou 21, as causas mais comuns de abortos
precoces. Este avanço pioneiro tem permitido o esclarecimento
dos motivos de perdas fetais em qualquer cidade do Brasil,
porque os tecidos da curetagem preservados em álcool não são
perecíveis. Assim podem ser enviados sem grande pressa pelo
correio, na certeza de que um resultado será possível.
Perdas fetais são
eventos comuns mas acarretam muita tristeza. Uma explicação
científica da causa da perda ajuda o casal a lidar a com as fortes
emoções (sentimentos de insegurança, depressão, vergonha,
culpa, etc.) e a preparar-se para gravidezes futuras. É muito
importante fazer o estudo genético dos abortos, natimortos e dos
casais com mais de uma perda gestacional.
Pesquisas mostram
que quase 50% das concepções terminam em perda espontânea e
que as causas mais freqüentes são cromossômicas. As anomalias
dos cromossomos fetais podem ser acidentais, herdadas de um dos
pais ou causadas pela idade maternal avançada. É essencial
definir a causa e orientar corretamente o casal.
Bibliografia
médica e informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 316
316 (ligação gratuita). Faça contato.
1 Realizar a curetagem com espéculo
coberto com luva estéril de latex cortada, para evitar
contato dos tecidos fetais com a parede da vagina. Vilos
coriais, membramas aminióticas e/ou placenta são adequadas
para estudo. A ausência de embrião ("ovo cego") não
inviabiliza o exame.
2 Colocar todo o matérial
coletado (nos casos de 1º trimestre) ou feto e parte da
placenta (nos casos de 2º trimestre) em vitro estéril de boca
larga, vedar bem com esparadrapo e identificar. A umidade
natural dos tecidos após a curetagem é adequada para
transporte. Adicionar o meio de cultura especial, fornecido ao
GENE (ou soro fisiológico) e refrigerar somente no caso
de coleta aos sábados, domingos e feriados. Não congelar. Não
adicionar formol nem álcool. ( ver "Novidade" abaixo).
3 Anexar na caixa contendo o
vidro com material fetal, um envelope com informações sobre a
paciente e o médico para remessa dos resultados (nomes,
endereços, telefones). Enviar ao GENE/MG (Av. Afonso Pena,
3111/9º - CEP: 30.130-909 - Belo Horizonte / MG . Comunicar a
remessa ao GENE/MG - 0800-316316
4 O estudo crossômico
completo dependente da viabilidade dos tecidos fetais.Em 20%
dos casos os tecidos fetais coletados não apresentam célula
vivas para estudo citogenético com técnicas tradicionais e o
GENE realiza, de cortesia, os testes moleculares (ver "Novidade"
abaixo)
NOVIDADE
O GENE desenvolveu e
introduziu de forma pioneira no Brasil a Citogenética
Molecular, que avalia, pela PCR, monossomia ou trissomia de
alguns cromossomos selecionados, a partir do DNA extraído dos
tecidos fetais. Citogenética
Molecular permite a averiguação do sexo fetal, da monossomia X
(Síndrome de Turner), da triploidia ou das trissomias 13, 16, 18
ou 21, as causas mais comuns de abortos. Ela foi implantada
especificamente para permitir o diagnóstico quando não há
sucesso no exame de vilo coriônicos ou de cultura de células
fetais com técnicas de citogenéticas convencionais. Nestes
casos ela é realizada como cortesia, sem nenhum acréscimo ao
preço do exame. Adicionalmente, a Citogenética Molecular é
aplicável aos casos em que indevidamente, os tecidos fetais
foram fixados (em álcool ou formol) ou congelados. Nesta
situação o exame molecular é realizado como exame
independente, sendo a única alternativa.
Laboratório
de Diagnóstico Fetal